Eu já nem sei mais quando foi a ultima vez,
Parece distante.
Na verdade, penso que nunca existiu.
É como se eu vivesse esperando,
Aquelas tardes inglórias, aquela felicidade dissimulada,
Mas eu ainda possuo força para levantar todos os dias,
E sorrir, sorrir mais uma vez,
A ilusão dos momentos bons,
A parte invisível que me faz acreditar,
Que um dia eu esqueci.
E todas as palavras,
Cuspidas por minha mudança, nunca ouvi.
Ninguém tem o direito de me arrancar a fé,
Mesmo que ela permaneça na dor.
22 de jul. de 2011
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