28 de nov. de 2010

- Porcelana -

Diamantes tão falsos
Que poderiam ser quebrados em porcelana.
As mesmas mentiras,
As mesmas marionetes,
Escondendo suas mãos em fios,
Tudo em favor do teatro de horror.

Poderia você derreter esta cera?
Quer que eu confie em seus demônios mais íntimos?
O falso sentimento da castidade,
Os alicerces da hipocrisia sob o meu sofrimento.
Eu sempre suportei, sofrer nunca foi mérito,
Mas suportei.

Levantar-me, talvez seja a vitória,
Feromônio da raiva.
Minha vontade de vencer
Sobre a sua de render-se.

Sinta isto, viva isto,
Quem sofre sozinho sempre é mais forte.
Alguns dizem que sonho,
Mas se estiver, não me acorde...
Este ódio é tudo que tenho,
O único que me levanta.

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